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Bebê que pula do Berço? Saiba algumas dicas de mãe


Nunca liguei para berços antes de ter minha filha. Depois que os filhos nascem ou temos alguém na família,  ou em nosso círculo de amigos a prioridade é zelar pela vida desse ser indefeso e além de tudo uma missão diária.

Observando o desenvolvimento de Sophia, minha filha, pude perceber que durante os primeiros meses de vida o perigo dos berços estão, praticamente, em todos os objetos que podemos colocar no berço. Até mesmo os enfeites, babados, brinquedos, enfim. O bebê ainda não tem seus movimentos coordenados nem mesmo desenvolveu sua noção de certo ou errado. E algumas coisas ainda levará anos para aprender, não é mesmo!?

Então, cuidado com exageros de coisas no entorno ou dentro do berço. Sei que para nós, mamães pode parecer lindo, coisa dos sonhos e tal. Mas também pode representar um perigo muito maior que imaginamos. Objetos pequenos jamais podem ser colocados perto de um bebê. Um exemplo disso, são aqueles famosos bordados com pérolas, lantejoulas, etc. Fique atento (a)!

Agora, como saber que seu filho pode pular o berço? Em que momento isso acontece?
A resposta é: observe!

A partir do momento em que a grade do bercinho estiver próximo dos ombros do bebê é um sinal evidente de que o perigo está ficando maior! Minha filha começou a analisar os intervalos entre as grades, e com o tempo tentava uma fuga (digo fuga, pois é uma maneira de sair do berço sem a supervisão de um adulto), fato que a deixava machucada muitas vezes ao prender sua perna, braços e até mesmo a cabecinha no berço. Ficava muito preocupada com ela, pois não sabia se ao me deitar a noite poderia continuar confiando no sono pesado de Sophia ou se ela poderia acordar e prender seu corpo nas grades.

Enfim, depois de tantos choros, ela cresceu e começou a pular de seu berço. Foi o momento em que desmontamos o berço e colocamos o colchão no chão provisoriamente até encontrarmos uma saída.

O que eu mudaria nos berços 

Se eu fizesse parte de algum órgão que fiscaliza berços ou qualquer coisa relacionado à isso, faria minhas mudanças. Mas como sou uma simples mãe, dou minhas dicas:

- berços com grades mais altas que a altura do ombro dos bebês. Motivo: temos crianças com menos de 2 anos que já alcançam a grade para pular. Acredito que ainda é cedo para dormir em uma cama (desculpe minha opinião que é particular);
- grades mais deslizantes para impedir a trava dos pezinhos no momento de subir;
- grades que sejam mais unidas a ponto de não prender braços, pernas ou outra parte do corpo da criança;
- não colocaria grades espaçadas, pois acredito que estas sim facilitam a subida da criança pelo fato de dar a chance de apoio dos pés e mãos enquanto tenta subir na grade;
- colchões com bordas para proteger a cabeça do bebê ao redor do berço e impedir que os pés prendam ou sejam feridos nas grades da cama que ficam expostas de acordo com o modelo do berço
- nada de detalhes nas divisórias do berço. Me refiro aqueles filetes ou pauzinhos que fazem a grade, sabe? (Não me recordo o nome agora).
- os pés do berço também poderiam ter uma forma de serem rebaixados para que, no momento de transformar um berço em cama fique mais adaptado às crianças do que para os adultos;
- aquela parte enorme de alguns berços (a cabeceira da cama e a parte que fica voltada para os pés) também poderiam ser adaptadas em alguma coisa interessante. Digo isso, porque o berço que compramos tinha essas partes que poderiam ser retiradas no momento de transformar berço em cama, mas aí perdiam totalmente a utilidade. Não deu nem para montar outra coisa, como uma caixa, uma mesa.. sei lá... achei um desperdício de material para ficar rolando pela casa sem nenhuma utilidade. Os fabricantes poderiam pensar melhor antes de projetar uma coisa para as crianças e para o uso após a troca de fases. Até mesmo para evitar esse exagero de lixo em muitos casos.
Achei aquelas travas que seguram a grave maravilhosas para os pais resgatarem o bebê sem ter de se curvar dentro do berço. Só que tem um contra: a grade deveria ter uma regulagem (segura, é claro) de forma que os pais pudessem utilizá-la mais tarde como encosto lateral da cama após não usar mais o berço como "chiqueirinho". Ou seja, a grade ficaria menor e a criança dormiria em um berço transformado em cama sem correr o risco de rolar para fora do colchão. Tendo a grade reduzida e servindo de apoio do corpo.


Certo dia, Sophia pulou do berço e bateu a cabeça. Me desesperei, pois de acordo com o local da cabeça em que ocorre uma lesão pode causar damos como a perda da visão, fala... enfim! Sabe como é mãe nessas horas? Nessas horas passa um filme em nossa cabeça e imaginamos de tudo em segundos. Mas graças a Deus não foi nada além de um susto e aviso para descartar o berço.

Óbvio que depois de Sophia ter caído, descartei o berço no mesmo dia.

Hoje a  Sophia tem 3 anos e meio e já dorme na cama. Mas os riscos continuam por toda a parte. Essa idade é a fase da imaginação, super-heróis... e por fim, cabelos brancos nos pais.



Espero que essa postagem sirva de alerta para você que vai ter ou tem seu bebê ou que ainda está pensando em montar um quarto para seu (sua) filha (o).














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